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July 18, 2017
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Big Data em seguros: como as análises mudarão o jogo

Uma tempestade está chegando ao setor de seguros e choverá informações. Para permanecerem competitivas, as seguradoras devem estar prontas para explorar as informações de forma inovadora. Eles dependerão cada vez mais de Big Data em seguros para reduzir as reclamações, gerar valor para seus clientes e ajudar a monitorar proativamente os riscos para minimizar as perdas dos clientes.

No passado, uma seguradora poderia ter usado dados históricos para prever o custo de futuras reclamações por danos à propriedade. Agora, dados meteorológicos e sensoriais em tempo real podem alertar a empresa para uma tempestade iminente e, dentro de 72 horas, combinar essas informações com dados geográficos para determinar a probabilidade de neve, gelo ou inundação em áreas baixas. Nos locais determinados como áreas de risco, a empresa pode identificar clientes que moram em altitudes baixas ou áreas propensas a nevascas, e usar canais digitais para avisá-los sobre a proteção da propriedade. O departamento de relações públicas pode realizar entrevistas de maneira proativa com as estações de notícias locais para aumentar ainda mais a conscientização pública. Graças a essa atividade, a seguradora pode evitar uma grande proporção de reclamações de seguro dos clientes nesses locais. Isso economizaria centenas de milhares de dólares, tornaria os clientes mais seguros e aumentaria a fidelidade geral do cliente. Isso é Big Data em ação.

Então, como as seguradoras vão além do velho modo de pensar e adotam essa nova mentalidade? Tudo se resume a conectividade e processamento de dados. As seguradoras no setor de propriedades e acidentes enfrentam uma grande oportunidade à medida que a tecnologia se desenvolve: elas têm mais e mais informações para servir de base para suas avaliações de risco. Os dispositivos conectados à Internet tornam possível coletar mais dados do que nunca sobre o estado da propriedade e seu ambiente.

Análise de risco em tempo real

Embora as seguradoras e corretoras tenham se valido de dados históricos para cálculos atuariais, elas agora podem se valer de fontes de dados atualizadas a cada segundo. Isso permite que elas sejam mais responsivas em um ambiente de risco cada vez mais volátil. Os dados climáticos costumavam ser relativamente estáveis, tornando menos importante o monitoramento contínuo. Hoje, a mudança climática é um risco claro e presente para as seguradoras, e as mudanças devem ser monitoradas para prever tendências futuras. Com o uso de Big Data, as seguradoras podem melhorar as informações meteorológicas com dados de inúmeros sensores ambientais para entender a velocidade do vento, a pressão barométrica, a temperatura e as mudanças no fluxo.

Em uma escala diferente, o carro conectado está mudando a maneira como as empresas veem o seguro automotivo. Os veículos hoje em dia enviam milhares de pontos de dados para os servidores a cada segundo, detalhando tudo, desde sua localização até a frenagem e sua velocidade. No futuro, as soluções de veículos para infraestruturas comunicarão as condições das estradas de alta resolução — até o o buraco e a poça — em tempo real. As seguradoras podem usar esses dados para tomar decisões em tempo real que gerenciam riscos, talvez até mesmo usando tecnologia de telemática e direção automatizada para aconselhar os motoristas sobre a rota menos perigosa a ser tomada.

O uso de Big Data em seguros já está transformando o setor. Por exemplo, a Ford fez uma parceria com a IVOX, desenvolvedora do aplicativo DriverScore. Isso usa a tecnologia de privacidade aprimorada para informar as seguradoras sobre o desempenho dos motoristas, a fim de reduzir potencialmente suas franquias. Da mesma forma, as casas conectadas estão melhorando a comunicação de suas condições ambientais. Que tal usar sensores de umidade do porão para fornecer uma camada extra de inteligência sobre possíveis inundações?

Uma nova maneira de visualizar dados

Estas são todas as oportunidades para as seguradoras. O desafio está em digerir uma maré crescente de dados e dar sentido a isso. Para obter essas informações, as seguradoras precisam expandir suas práticas de análise para além dos relatórios ad hoc tradicionais. No passado, eles geravam relatórios de inteligência por lotes — com semanas ou meses de diferença — e usavam esses dados para fazer previsões sobre tendências futuras. Essas práticas ainda são valiosas, mas as seguradoras devem evoluir seus processos de análise para permanecerem competitivas: elas devem monitorar as informações continuamente, analisando-as proativamente para buscar informações.

Esse nível de maturidade envolve digerir novos tipos de dados. No passado, os bancos de dados relacionais rígidos detinham a maior parte da informação. Essas estruturas de dados não são mais adequadas em uma era de informações não estruturadas em tempo real de uma crescente variedade de fontes. As seguradoras precisam reunir esses elementos de dados para que possam analisá-los perfeitamente. Isso significa quebrar silos de informações. Para fazer isso, eles dependerão cada vez mais do lago de dados e das informações de streaming. Essa substituição para o data warehouse tradicional é uma ampla coleção de dados estruturados e não estruturados que as empresas podem consultar e monitorar proativamente.

Navegando nestas novas águas de dados

Ao explorar esse vasto lago de dados, as seguradoras precisarão se concentrar na velocidade. Eles podem reduzir os tempos de consulta, dividindo-os em partes e gerenciando-os simultaneamente. Sistemas como Apache Hadoop e MapReduce podem ajudar aqui. À medida que as empresas lutam para lidar com o volume e a velocidade crescentes dos Big Data no setor de seguros, as ferramentas que usam também dependem cada vez mais da inteligência artificial. Os algoritmos de aprendizado de máquina e processamento de linguagem natural extrairão rapidamente os dados para detectar padrões que os analistas humanos podem perder ou não ter tempo para analisar.

Para que isso aconteça, as seguradoras precisarão cultivar cuidadosamente novas habilidades. Os cientistas de dados estarão em alta demanda, mas não serão suficientes. As seguradoras devem encontrar maneiras de se casar com suas habilidades de tecnologia e informação com experiência em domínio específico do setor, para que saibam quais informações procurar e como articulá-las.

A jornada para esse novo modelo operacional não será fácil. Isso requer uma mistura cuidadosa de pessoas, processos e tecnologia para garantir que as empresas possam extrair as informações certas de seus dados no momento certo e gerar decisões acionáveis. Quanto antes eles acertarem, mais à frente da curva estarão — e mais tração terão em um setor altamente competitivo que gerencia uma quantidade de riscos maior do que nunca.

Para saber mais sobre como o setor de seguros será moldado pelo mundo cada vez mais conectado, confira este relatório da Hortonworks.

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